BLOG DA BIA

  • Produção Executiva :: Zattini

    By on 8 de janeiro de 2021

    Desde que mudamos de perfil no Instagram, ainda não reforçamos aqui alguns de nossos serviços. E, ontem, foi dia de fazer produção executiva de campanha para a @zattini!

    De direção criativa, ao cenário, casting, roteiro, contratação de fornecedores, atendimento ao cliente, à gestão de vibes – ou seriam emoções? -, seguimos no corre para que o cliente conte melhor a sua narrativa!

    Importante dizer que seguimos todos os protocolos, todas as pessoas no set fizeram PCR e usaram máscara e álcool todo o tempo.

    O resultado você pode conferir no Instagram da Zattini!

    Special thanks:
    @guidoargel
    @tamarasalazar
    @zattini
    @netshoes

    @biavianna @gbrlbarnabe • #àmdc #produçãoexecutiva #narrativas #branding

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  • 2021 :: àmdc

    By on 4 de janeiro de 2021

    Desejo para 2021: que seja cheio de liberdade, abraços e acolhimento; para além das janelas. ✨

    artista: @lenamacka

    #anonovo #amdc

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  • COLUNA :: Sou de Algodão

    By on 23 de dezembro de 2020

    Como a moda pode nos reconectar com o nosso próprio corpo

    Esse tempo indoor e a descoberta dos espaços externos e internos da casa provocaram uma espécie de revisão de nós mesmos – e do mundo. Hábitos, forma de vestir, alimentação, modelos de trabalho e decisões, tudo foi muito afetado pela necessidade de ficar mais em casa. 

    Pode até ser que com você tenham acontecido mudanças significativas e decisões importantes que te tornaram outro indivíduo a partir de tanta novidade. Comigo foi assim. 

    Em um momento em que estamos nos reconectando com o ‘mundo lá fora’, dentro de medidas de segurança por causa da pandemia, qual a relação entre moda e reconexão podemos traçar a partir do que já temos discutido sobre o tema?  

     

    RETRATO DO TEMPO

    Quando percebemos as mudanças em nossos corpos e nos corpos que o tempo todo chegam a nós pelos algoritmos das redes sociais e das notícias, percebemos ainda mais que a reconexão por meio da moda vai além das tendências e formas. Trata-se de protagonismos. 

    Além daquele incentivo básico de ‘seja você o protagonista da sua história’, que pode ser facilmente percebido na moda como o ‘use a moda a seu dispor’, precisamos aprofundar essa conversa. 

    Os padrões impostos, durante anos, seguem se impondo com alguma variável aqui e ali e eles atingem quem assim permite ou quem, em 2020, não percebeu ainda o tempo no qual temos vivido.  


    O QUE PODEMOS ESPERAR DAS PRÓXIMAS FASES?

    Não é possível pensar o corpo hoje, na sua articulação com a subjetividade e a identidade, sem discutir a evolução do mundo, dos objetos e do mercado.”  Nizia Villaça e Fred de Góes em ‘Em Nome do Corpo’. 

    É possível que seu hábito de uso da internet esteja te deixando de fora dos “novos” protagonismos, mas se você trabalha com moda, é necessário hackear o sistema! O que quero dizer é que novos corpos estão ocupando campanhas publicitárias – assim como a do Sou de Algodão –, capas e editoriais de revistas, espaço de celebridades e também as semanas de moda. 

    Desfile de Isaac Silva, na Casa de Criadores – Inverno 2019
    Foto: Marcelo Soubhia / FOTOSITE

    A pandemia trouxe uma lupa para questões de diversidade e acelerou o processo de compreensão que era lento. Novas ideias apareceram para levantar uma verdade de que os padrões precisam ser revistos e representatividade de corpos negros, gordos, todos os tipos de gêneros e de necessidadesprecisa ser vista.  

    Agora que falo mais diretamente sobre estas representações, repense quantas imagens de moda têm chegado até você com maior diversidade. Podem não ser muitas, mas, se temos algumas, é uma mudança importante que deve mesmo ser gradual e percebida. 

    Essa boa notícia para os amantes da moda e consumidores faz com que os padrões excludentes sejam repensados e que, aos poucos, todos nós nos sintamos incluídos nessa “imagem de moda”, que retrata protagonismos do presente. 

    A inclusão e reconexão individual 

    Não é de hoje que o consumidor mudou. Além de se inspirar pelas imagens que chegam até ele, há o desejo de ser representado. Estamos cada vez menos falando de consumidor e cada vez mais de indivíduo que consome. Dessa forma, toda vez que promovemos no mercado mais valores simbólicos em relação ao corpo, maior é a inclusão. Mais vezes o consumidor se sente identificado e atraído pelo produto, fazendo com que essa reconexão da moda com o corpo seja muito maior. 

    Por isso, quando a representatividade entra no discurso da moda, ela promove uma reconexão dela mesma com o corpoNão mais aquele corpo imaginado, idealizado, e sim, cada corpo real.  

    Essa reconexão faz com que a moda se torne, de fato, um mercado que gera transformação não só estética, mas emocional no indivíduo que consome, causando relações mais saudáveis entre marca e cliente. 

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    Texto originalmente postado no blog Sou de Algodão.

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  • Para pensar: vivemos um momento de falar menos sobre consumidor e mais sobre indivíduo que consome!

    By on 18 de dezembro de 2020

    Para pensar!

    IMAGEM aspas “Estamos cada vez mais falando de indivíduos que consomem e menos de consumidor.”

    Sobre pensar o indivíduo que consome e suas especificidades para entender padrão X variante e melhor comunicar sua marca, pensar uma ação ou traçar uma estratégia.

    Este é o caminho que estou buscando.
    Quer saber mais? Entre em contato!

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  • Palestra no MaxiModa: A neurociências aplicada à comunicação

    By on 14 de dezembro de 2020

    Há algumas semanas, participei como palestrando da 13ª edição do MaxiModa, evento realizado pela Marcia Travessoni.

    O tema da palestra era “A neurociências aplicada à comunicação”. Nela eu conto mais sobre minha trajetória até as Neurociências e como elas estão presentes nas entregas da àmdc, nas macrotendências que estão sendo trabalhadas para o pós-pandemia e em {quase} todas as coisas.

    Clica pra assistir!

    Special thanks: @jacksonaraujo ♥️

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  • Como sua marca tem pensado diversidade?

    By on 16 de novembro de 2020

    “Não é possível pensar o corpo hoje, na sua articulação com a subjetividade e a identidade, sem discutir a evolução do mundo, dos objetos e do mercado.” – Nizia Villaça e Fred de Góes em ‘Em Nome do Corpo’

    Faz tempo que o consumidor mudou e que ele deseja ser representado. Estamos cada vez menos falando de consumidor e cada vez mais de indivíduo que consome. E quando a representatividade entra no discurso e nas ações gera transformação emocional e social – não só estética.

    Como sua marca tem pensado representatividade e diversidade? Para que o indivíduo que consome se sinta representado, atraído e estabeleça uma relação com a marca, é preciso mais do que ser farol, é necessário ser ponte.

    Daqui 4 dias é o dia da #consciencianegra e acima cito parte de um artigo que escrevi sobre corpo e reconexão. Mesmo não sendo meu lugar de fala, sou uma aliada a luta #antirracista e te convido a pensar nessas questões e, como profissional, a ser diferença na sua atuação. Vamos conversar?

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