Outros Futuros

Outros Futuros

Um mês em distanciamento social chegou por aqui e com ele o meu momento de estudar algo. A decisão foi por antropologia sobre #OutrosFuturos – curso do Puxadinho (no instagram: @puxadinho__ )

E fiquei pensando muito sobre tudo isso que temos viviso e, de verdade, estar no “meio”- se os extremos são os ricos e pobres-, me traz um chamamento à conscientização do privilégio do teto, da comida, da segurança; da importância de não olhar o outro como uma oportunidade de consumir algo e de estar vivendo este momento presente refigurando em mim o essencial.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Qual é o seu lugar de partida neste momento?

Só por meio de algo que nos afeta realmente é possível agir. É preciso enfrentar o desconforto e sentir nele pelo que você se culpa, do que você é feito, pelo que você se deixa ancorar e qual o seu lugar de contemplar o belo; parando de deixar a estrutura que nos moldou nos mover no automático. Desta forma, tentar entender o estar presente no tempo e espaço apresentado, para buscar uma mudança, uma resposta, uma solução.

Será que nesse “novo normal” tão falado teremos mesmo as mudanças que acreditávamos há 1 mês atrás, quando tudo começou? Será que é possível virar a chave do consumir o outro para a da cidadania?

Para qualquer realidade existir ela precisa começar em mim e buscar uma forma de acessibilizar a mudança no cotidiano, para alcançar outros e se multiplicar. As mudanças não começam a partir de coisas, mas, sim, a partir de
p e s s o a s.

Sem dúvida, é um desafio mexer em estruturas, mas não precisamos criar uma conexão determinista com o tempo. Qual é o nosso processo individual e e como vamos usar o nosso repertório?
Talvez, este seja o primeiro passo para hoje, para depois do Covid 19 e para o durante a nossa vida.